Se há uma pergunta que todos já estão cansados de ouvir, é esta: crédito ou débito? Repetida incessantemente por funcionários de diversos tipos de comércio — de bares a supermercados, de restaurantes a lojas de conveniência —, ela representa um dilema que pode afetar significativamente as finanças de muitas pessoas.
Aqueles que hesitam ao responder essa pergunta talvez não tenham clareza sobre as diferenças entre as duas opções, o que pode levar a uma série de problemas. Ao escolher a função crédito, você não está pagando com o seu próprio dinheiro. Está, na verdade, fazendo um tipo de empréstimo automático dentro do limite estabelecido pela operadora do cartão.
Em outras palavras, você está optando pela função "compre agora, pague depois". O valor da compra não será retirado da sua conta corrente imediatamente, mas será incluído na próxima fatura do cartão de crédito. Esta deve ser quitada até a data de vencimento para evitar juros que geralmente são exorbitantes.
Um dos maiores equívocos de quem possui cartão de crédito é usá-lo como se fosse um cartão de débito. Este último está diretamente ligado ao saldo disponível na conta corrente — ou seja, ao dinheiro que você realmente possui. O único risco é gastar mais do que tem disponível, o que pode levar ao uso do cheque especial — outro tipo de empréstimo automático com juros elevados.
Crédito ou Débito? Então,
A resposta dos especialistas é unânime: depende. Cada modalidade oferece vantagens distintas e está associada a diferentes níveis de risco. Além disso, cada uma se adapta melhor a diferentes perfis de consumidores. Em suma, a escolha depende do seu estilo de vida e da sua capacidade de organização financeira.
Há quem sugira que o débito seja mais adequado para pagamentos menores — até cerca de R$ 50.
Portanto tenha cuidado e moderação no controle de suas compras sejam de Credito ou Debito.
.png)

Comentários
Postar um comentário